quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Pérolas do Yahoo respostas


















Eu creio que todas as pessoas são minimamente inteligentes, no entanto fiquei na dúvida depois que li estas bobagens. É muita burrice!!! rsrsrsrsrs!!!

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sábado, 18 de dezembro de 2010

Entrevista para a Revista Guia Prático Para Professores do Ensino Fundamental II - Desvende com os alunos os desastres naturais


Natureza sem mistério


Desvende com os alunos os desastres naturais que vêm preocupando países nos últimos meses, como furacão, terremoto, vulcão...


Neste ano, desastres naturais sucessivos abalaram o mundo. No dia 12 de janeiro, um terremoto de 7,2 graus na escala Richter devastou o Haiti, o país mais pobre da América. Pouco mais de um mês depois, tremores de magnitude 8,8 destruíram parte do Chile e despertaram alertas de tsunamis em vários pontos do Oceano Pacífico. Em abril, as chuvas deixaram mais de 250 mortos em todo o estado do Rio de Janeiro e cerca de 12 mil desabrigados. Dias depois, foi a vez da China. O país asiático passou por um terremoto de 7,1 graus, deixando centenas de mortos e milhares de feridos. Na mesma semana, um vulcão em erupção na Islândia espalhou fumaça pelo Europa, provocando o cancelamento de cerca de 95 mil voos em aeroportos do continente.

Com certeza seus alunos comentaram sobre mais de uma dessas tragédias, certo? E, embora a temática de vulcões, terremotos e furacões já faça parte da grade escolar, diante dos acontecimentos recentes vale a pena embarcar num aprendizado mais dirigido com os alunos. Assim eles terão a oportunidade de entender o que está se passando.
Essas notícias todas têm, inclusive, influenciado os professores a desenvolver o tema dos desastres naturais de maneira inovadora. Luca Rischbieter*, geógrafo e mestre em educação pela Universidade de Paris V, considera importante, por exemplo, partir do que os alunos já sabem pela mídia. "Tenho plena convicção de que abordar na sala assuntos em destaque nos meios de comunicação é um excelente princípio para termos uma escola mais motivada e relevante". A seguir, confira sugestões de professores e especialistas para pegar carona na atualidade e levar o assunto para alunos de forma interessante.


Baseie-se nas atualidades


Andrea Castagini, professora de ciências e biologia e ilustradora da Secretaria Estadual de Educação do Paraná, baseou-se nos desastres recentes para tratar do assunto em sala de aula. "Eu peço para os alunos trazerem pesquisas de casa e, a partir disso, desenvolvemos trabalhos". Segundo ela, as atualidades são uma boa forma de estimular a participação do aluno, perguntando, por exemplo, o que eles acham que causa esses fenômenos.

Como Andrea, Luca sugere fazer um levantamento do que a classe sabe sobre o evento a ser tratado e também das teorias que tem sobre a causa dos fenômenos. "Na medida do possível, é importante promover atividades diversificadas, que podem incluir produção de maquetes e dramatizações", completa. Robson Paulino, professor de geografia do Colégio de Aplicação da Universidade de Barra Mansa, RJ, e do Colégio AngloAmericano de Volta Redonda, RJ, sugere uma pesquisa na própria escola. Caso haja acesso à internet, o professor pode pedir para os alunos pesquisarem os desastres recentes e ver o número de vítimas e de desabrigados em cada caso.


Detalhes podem atrapalhar


Para falar de terremotos e vulcões com alunos dos primeiros anos do Ensino Fundamental, Robson indica dar explicações mais básicas, sem entrar em maiores detalhes. "Como o tema é complexo, é melhor fazer com que eles entendam o funcionamento básico, ou seja, o que acontece aqui na superfície é uma consequência de algo do interior da Terra", explica. A professora de geografia Leda Moura, da Secretaria Estadual de Educação do Paraná, pensa da mesma forma.

A proposta dela é tratar de vulcões, por exemplo, sem aprofundar. Contudo, é necessário esclarecer que a Terra tem a crosta sólida e o interior viscoso e quente. Por ter o interior quente, tem pressão e é esta pressão que faz com que o interior pastoso e quente saia: são as erupções vulcânicas. "Um ovo poderia exemplificar o planeta: uma fina crosta sólida (a casca) e o interior viscoso (a clara e a gema). Evidentemente o interior do ovo não é quente, mas, se cozinharmos um ovo com rachaduras, a clara e a gema sairão por essas rachaduras, ou seja, ao serem cozidas aumentam de tamanho e fazem pressão contra a casca, saindo por onde for mais frágil (as rachaduras)", explana.

Para explicar terremotos de uma maneira prática, o professor Robson sugere montar a maquete de uma cidade e colocá-la sobre uma mesa. A seguir, balança-se a mesa para simular um terremoto e mostrar seus impactos na cidade. Para mostrar o interior da Terra, Robson diz que o professor pode levar um abacate e cortá-lo, mostrando as várias camadas do planeta.

No colégio Pathernon, em Guarulhos, SP, são desenvolvidos projetos com rochas e minerais no terceiro ano, para que as crianças já entendam os processos do interior da Terra. Comumente as crianças se perguntam se há vulcões no Brasil. Andrea considera importante inserir essa questão nas explicações e fazer uma explanação simplificada das placas tectônicas. Além disso, ela lembra que é interessante ressaltar que abalos em outros países podem ser sentidos no Brasil ou em outros lugares, ainda que em menor grau de intensidade, como aconteceu com o último terremoto no Chile.


Contextualize e vá além do aspecto físico

Contextualizar e citar outros aspectos de cada lugar onde acontecem desastres naturais, como localização geográfica, são uma boa forma de complementar a explicação. De acordo com Andrea, uma proposta interessante é trabalhar cada país onde ocorreram os fenômenos. "Se for no Chile, por exemplo, além de falar do terremoto, dá para contar um pouco sobre o país", diz.

Ir além da explicação do fenômeno tem outras funções, como conscientizar. Quanto aos deslizamentos de terra acontecidos no Rio de Janeiro recentemente, por exemplo, Andrea sugere levar em conta a questão ecológica: "Tem tudo a ver com ecologia, como o homem utiliza a natureza e as consequências desse uso", diz. "No caso, das pessoas que moram nas encostas, acho importante questionar o que as levou a morar lá, o que isto acarretou ao meio ambiente?", complementa. Para explicar a questão dos deslizamentos, Robson indica uma atividade interdisciplinar simples.


Os alunos, com a ajuda do professor, dividem uma caixa ao meio. De um lado, com auxílio do professor de biologia, plantam mudas. Do outro lado, depositam terra sem plantar nada. Então, joga-se água sobre cada um dos lados, mostrando os efeitos da erosão do solo: onde não há nada plantado, o morro desmorona. No caso de terremotos, a proposta de Andrea é de o professor abordar qual a dimensão dos estragos e como o país faz para se recuperar. Para alunos do quinto ano, a professora diz ser possível fazer uma atividade de problematização, pedindo para os alunos gerirem recursos para uma população que sofreu um desastre.

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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Segredos do Word

Escreva

=rand(200,99)

Tecle enter, espere três segundos e depois deixe um comentário explicando o que aconteceu.

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Tiririca: Tô pra te falar, que vai ser um bom político.

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Gambiarras: Tudo pode ser feito, depende de você.












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Super jogo do BOPE - Vila Cruzeiro


Não deixe de jogar, mas cuidado, VICIANTE.

http://chat.kongregate.com/gamez/0009/7612/live/pindorama_vilacruzeiro.swf

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Museu da História de Barra Mansa

O Museu da História de Barra Mansa funciona no Palácio Barão de Guapi, ao lado do Parque centenário (Jardim das Preguiças) no segundo andar (em cima da Biblioteca Municipal) às quartas e sextas de 13:30 às 17:30.

Visite também o Museu Virtual: www.museudahistoriadebm.blogspot.com


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terça-feira, 7 de setembro de 2010

Países visitantes do Blog


Brasil 380

Estados Unidos 12

Portugal 7

Bélgica 2

Japão 2

Canadá 1

França 1

Itália 1

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segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Globalização

Desta vez o Luiz Fernando Veríssimo se superou.
A melhor definição de GLOBALIZAÇÃO que os professores nunca ensinaram.

Pergunta:
Qual é a mais correta definição de Globalização?

Resposta:
A Morte da Princesa Diana.

Pergunta:
Por quê?

Resposta:
Uma princesa inglesa com um namorado egípcio, tem um acidente de carro dentro de um túnel francês, num carro alemão com motor holandês, conduzido por um belga, bêbado de whisky escocês, que era seguido por paparazzis italianos, em motos japonesas. A princesa foi tratada por um médico canadense, que usou medicamentos americanos. E isto é enviado a você por um brasileiro, usando tecnologia americana (Bill Gates) e provavelmente, você está lendo isso em um computador genérico que usa chips feitos emTaiwan e um monitor coreano montado por trabalhadores de Bangladesh, numa fábrica de Singapura, transportado em caminhões conduzidos por indianos, roubados por indonésios, descarregados por pescadores sicilianos, reempacotados por mexicanos e, finalmente, vendido a você por chineses, através de uma conexão paraguaia

Isto é *GLOBALIZAÇÃO!!!*

E QUEM SOU EU?

Nesta altura da vida já não sei mais quem sou...
Vejam só que dilema!!!
Na ficha da loja sou CLIENTE, no restaurante FREGUÊS, quando alugo uma casa INQUILINO, na condução PASSAGEIRO, nos correios REMETENTE, no supermercado CONSUMIDOR.
Para a Receita Federal CONTRIBUINTE, se vendo algo importado sou CONTRABANDISTA. Se revendo algo, sou MUAMBEIRO, se o carnê tá com o prazo vencido INADIMPLENTE, se não pago imposto SONEGADOR. Para votar ELEITOR, mas em comícios sou MASSA . Em viagens TURISTA, na rua PEDESTRE, se sou atropelado ACIDENTADO e no hospital viro PACIENTE. Nos jornais sou VÍTIMA, se compro um livro LEITOR, se ouço rádio OUVINTE. Para o Ibope sou ESPECTADOR, para apresentador de televisão TELESPECTADOR, no campo de futebol TORCEDOR.
Se sou corintiano, SOFREDOR. Agora, já virei GALERA. (se trabalho na ANATEL , sou COLABORADOR) e, quando morrer... uns dirão... FINADO, outros... DEFUNTO, para outros... EXTINTO, para o povão... PRESUNTO... Em certos círculos espiritualistas serei... DESENCARNADO, evangélicos dirão que fui... ARREBATADO...
E o pior de tudo é que para todo governante sou apenas um IMBECIL !!!
E pensar que um dia já fui mais EU.

Luiz Fernando Veríssimo.

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sábado, 4 de setembro de 2010

Como o petróleo vira dinheiro


O petróleo é um recurso natural cobiçado e escasso: cada nova reserva anunciada representa um potencial de riqueza e poder para quem a descobre. No caso do Brasil, onde se estima haver entre 5 bilhões e 8 bilhões de barris do óleo nas áreas ultraprofundas do pré-sal, os esforços de exploração e o que será feito com os royalties obtidos com a venda futura do petróleo geram debates e até mudanças nas regras do setor petrolífero antes mesmo de a produção começar.

Veja o infográfico abaixo

http://g1.globo.com/economia-e-negocios/noticia/2010/08/g1-vai-da-plataforma-ao-posto-e-mostra-como-o-petroleo-vira-dinheiro.html

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quinta-feira, 29 de julho de 2010

Como se nomeiam os furacões

Para melhor rastrear os furacões, os meteorologistas decidiram dar nomes a eles. Esses nomes são escolhidos pela Organização Meteorológica Mundial (em inglês), de acordo com a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos EUA (NOAA):

"Por várias centenas de anos, os furacões nas Índias Ocidentais eram freqüentemente nomeados conforme o santo do dia no qual o furacão ocorria. Por exemplo, o Furacão San Felipe atingiu Porto Rico em 13 de setembro de 1876. Outra tempestade atingiu Porto Rico no mesmo dia em 1928 e essa tempestade recebeu o nome de Furacão San Felipe Segundo".
Até a Segunda Guerra Mundial, os furacões recebiam somente nomes masculinos. No início dos anos 50, os serviços meteorológicos começaram a nomear as tempestades alfabeticamente apenas com nomes femininos. No final dos anos 70, essa prática foi substituída pela alternância de nomes masculinos e femininos. O primeiro furacão da temporada recebe um nome começando com a letra A, o segundo com a letra B e assim por diante. De acordo com a NOAA, as listas com nomes têm um toque internacional porque os furacões afetam outras nações e são acompanhadas pelos serviços públicos e meteorológicos de muitos países.

O furacões no Oceano Pacífico são designados com um conjunto de nomes diferentes das tempestades do Atlântico. Por exemplo, o primeiro furacão da temporada de furacões de 2001 foi uma tempestade no Oceano Pacífico próxima de Acapulco, chamada Adolf. A primeira tempestade no Atlântico da temporada de 2001 chamou-se Allison. Uma lista de nomes ao longo de 2006 está disponível no Centro Nacional de Furacões (EUA) (em inglês).

De acordo com a NOAA:

"Sempre que um furacão causa um impacto significativo, o país afetado pela tempestade pode solicitar que o nome do furacão seja "aposentado" por acordo com a Organização Meteorológica Mundial (OMM). Na verdade, aposentar um nome significa que ele não poderá ser usado pelo menos por 10 anos para facilitar referências históricas, ações legais, atividades de indenização por seguro, etc, e evitar a confusão do público com outra tempestade de mesmo nome".

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Furacão Celia (NASA)


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Se o vazamento de petróleo continuar por 18 meses, todo o oceano estará contaminado.

A situação na Flórida é muito pior do que a mídia está relatando, aliás quase não se fala mais, do pior desastre ambiental do planeta. Essa tragédia pode resultar em mudanças geológicas, já se cogita a idéia de uma possível evacuação em massa da Florida, já que o petróleo contém substâncias tóxicas que contaminam tudo ao redor. Mas o problema não fica só na Florida (o que já é triste e desastroso), mas as estimativas são de que se o vazamento continuar, em 18 meses TODO O OCEANO pode estar contaminado. Infelizmente não podemos fazer nada mais do que espalhar essa notícia e nos preparar. Foi estimado, por peritos, que a pressão a qual o petróleo é jogado nas águas do Golfo é entre 20.000 e 70.000 PSI (libras por polegada). Impossível de ser contido. O que você vai ler aqui, é o que os cientistas nos USA não podem falar, com um grande medo da administração Obama. Se os cientistas estiverem certos no que eles estão tentando alertar, toda a Flórida será completamente destruída junto com todos e tudo.

Dr. James P. Wickstrom
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RESUMO DOS ACONTECIMENTOS

A estimada super alta pressão liberando o petróleo embaixo da crosta terrestre está entre 80.000 e 100.000 barris por dia. Como a cabeça do poço se torna cada vez mais desgastada, a passagem aumenta permitindo um fluxo ainda maior de petróleo. Mesmo que algum aparelho fosse colocado sobre a cabeça do poço existente, isso não tamparia e pararia o fluxo, porque o que ainda sobrou da cabeça do poço não conteria a pressão do fluxo. O petróleo agora alcançou a corrente do Golfo e está entrando na corrente Oceânica, que é pelo menos quatro vezes mais forte do que a do Golfo, a qual o carregará ao mundo todo em mais ou menos 18 meses. O petróleo junto com os gases, incluindo a benzina e muitos outros tóxicos, esgotarão o oxigênio da água. Isso matará toda a vida marinha. Junto com o petróleo nas praias, haverá muito peixe morto, etc... que deverão ser jogados fora.

UM RESUMO DAS EXPECTATIVAS

Ondas de tsunami que poderá ser criado, serão alguma coisa em torno 6m a 24m de altura, possivelmente maiores. Então o solo caírá dentro da cavidade vazia. É assim que a natureza fechará o buraco. Dependendo da altura do tsunami, o cascalho do oceano, petróleo e estruturas existentes serão arrastadas pelas praias entrando terra a dentro, deixando uma área de 80,5km a 322 km desprovida de vida. Mesmo que os escombros sejam retirados, a contaminação do solo e da água impossibitará a re-população por um período desconhecido de anos. (Final da informação liberada pelos cientistas).

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segunda-feira, 5 de julho de 2010

Escrever alguma coisa pra que?























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Fenômenos da natureza que pouca gente conhece

Sete fenômenos da natureza que pouca gente conhece
Os fenômenos naturais são absolutamente impressionantes.
Alguns são tão raros que nem a ciência com todo avanço tecnológico é capaz de identificar. Imagine que a natureza nos oferece a possibilidade de vermos várias pedras que se movem sozinhas ou formações geométricas geradas pelo esfriamento de lava.
A seguir você pode acompanhar sete fenômenos impressionantes, que muita gente desconhece.

As pedras que se movem

Até hoje ninguém conseguiu explicar por que, misteriosamente, pedras de centenas de quilos deslocam-se do seu ponto de origem pelo deserto de Death Valley. Alguns pesquisadores atribuem tal fenômeno aos fortes ventos e superfície gelada, mas esta teoria não explica, no entanto, por que as pedras se movem lado a lado, em ritmo e direções diferentes. Além disso, cálculos físicos não apóiam plenamente esta teoria.

Colunas de Basalto

Este fenômeno ocorre com o esfriamento de um fluxo de lava espessa, formando uma malha geométrica com notável regularidade. Um dos famosos exemplos é o Giant´s Causeway, na costa da Irlanda (fotos), embora a maior e mais conhecida seja Devil´s Tower em Wyoming.

Buracos azuis.

Os buracos azuis são gigantes elevações subaquáticas, que levam este nome pela tonalidade de azul que apresentam quando vistos do alto. Normalmente possuem centenas de metros de profundidade e tem ambiente desfavorável para a vida marinha, já que a circulação de água é ruim. Curiosamente, em alguns buracos foram encontrados restos fósseis preservados em suas profundezas.

Maré vermelha.

As Marés Vermelhas são formadas pelo súbito aumento do fluxo de algas de cor única, que podem converter uma parte da água em uma cor vermelha sangue. Embora fenômenos desta natureza sejam relativamente inofensivos, alguns podem ser mortais, causando a morte de peixes, aves e mamíferos marinhos. Em alguns casos, até mesmo os seres humanos podem ser afetados, embora a exposição humana não seja conhecida por ser fatal.

Círculos de gelo.

Enquanto muitos acreditem que estes círculos perfeitos sejam obra de alguma teoria da conspiração, os cientistas geralmente aceitam que eles são formados por turbilhões d´água que giram em um considerável pedaço de gelo, em um movimento circular. Como resultado desta rotação, outros pedaços de gelo e objetos gerados pelo desgaste uniforme nas bordas do gelo vão lentamente formando um círculo.


Nuvens Mammatus.

Aparentemente assustadoras, as nuvens Mammatus também são mensageiras de tempestades e outros eventos meteorológicos extremos. Normalmente compostas de gelo, elas podem se estender por centenas de quilômetros em vários sentidos e formações, permanecendo visíveis e estáticas entre 10 minutos e 1 hora. Embora pareçam portadoras de más notícias, elas são apenas mensageiras, aparecendo antes e/ou depois de uma grande mudança meteorológica.

Arco-Íris de fogo

Este raro fenômeno só ocorre quando há a participação do sol e das nuvens. Cristais dentro das nuvens refratam a luz em várias ondas do espectro, fazendo surgir cores entre as nuvens. Devido à raridade com que este evento acontece, existem poucas fotos.


















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sábado, 3 de julho de 2010

Síntese reflexiva sobre o uso dos blogs


Nome: Robson Paulino da Silva
Semana: 31/05 a 08/06/2010
Título da tarefa: Síntese reflexiva sobre o uso dos blogs
Introdução:

Existem várias maneiras como os seres humanos adquirem conhecimento. De maneira visual, auditiva e psicomotora são as principais. Uma aula de qualidade deve vislumbrar estas três características e a ferramenta que melhor trabalha estes quesitos são os blogs, não contendo a primeira vista nenhuma característica negativa.

Desenvolvimento:

O professor hoje em dia deve ser um mediador entre o educando e o conhecimento, isto se dará a medida que propor ações com os blogs que levem a busca e divulgação de conhecimento. Ao buscar o assunto o aluno estará aprendendo e se sentindo útil em propagar o conhecimento que adquiriu. Este conhecimento será verdadeiro pois irá trabalhar todos os seus sentidos, devido aos enormes recursos da web.

Conclusão:

Os blogs são ideais pois os alunos trabalham em um ambiente que gostam e são íntimos, a internet, e que muitas das vezes é mal vista pelos pais e professores, mas que na realidade é excelente, só que mal difundida e explorada. Com objetivos bem traçados o professor pode tanger o educando e com a ajuda dos blogs promover uma aprendizagem real.

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Fusos Horários