Sete fenômenos da natureza que pouca gente conhece
Os fenômenos naturais são absolutamente impressionantes.
Alguns são tão raros que nem a ciência com todo avanço tecnológico é capaz de identificar. Imagine que a natureza nos oferece a possibilidade de vermos várias pedras que se movem sozinhas ou formações geométricas geradas pelo esfriamento de lava.
A seguir você pode acompanhar sete fenômenos impressionantes, que muita gente desconhece.
As pedras que se movem
Até hoje ninguém conseguiu explicar por que, misteriosamente, pedras de centenas de quilos deslocam-se do seu ponto de origem pelo deserto de Death Valley. Alguns pesquisadores atribuem tal fenômeno aos fortes ventos e superfície gelada, mas esta teoria não explica, no entanto, por que as pedras se movem lado a lado, em ritmo e direções diferentes. Além disso, cálculos físicos não apóiam plenamente esta teoria.
Colunas de Basalto
Este fenômeno ocorre com o esfriamento de um fluxo de lava espessa, formando uma malha geométrica com notável regularidade. Um dos famosos exemplos é o Giant´s Causeway, na costa da Irlanda (fotos), embora a maior e mais conhecida seja Devil´s Tower em Wyoming.
Buracos azuis.
Os buracos azuis são gigantes elevações subaquáticas, que levam este nome pela tonalidade de azul que apresentam quando vistos do alto. Normalmente possuem centenas de metros de profundidade e tem ambiente desfavorável para a vida marinha, já que a circulação de água é ruim. Curiosamente, em alguns buracos foram encontrados restos fósseis preservados em suas profundezas.
Maré vermelha.
As Marés Vermelhas são formadas pelo súbito aumento do fluxo de algas de cor única, que podem converter uma parte da água em uma cor vermelha sangue. Embora fenômenos desta natureza sejam relativamente inofensivos, alguns podem ser mortais, causando a morte de peixes, aves e mamíferos marinhos. Em alguns casos, até mesmo os seres humanos podem ser afetados, embora a exposição humana não seja conhecida por ser fatal.
Círculos de gelo.
Enquanto muitos acreditem que estes círculos perfeitos sejam obra de alguma teoria da conspiração, os cientistas geralmente aceitam que eles são formados por turbilhões d´água que giram em um considerável pedaço de gelo, em um movimento circular. Como resultado desta rotação, outros pedaços de gelo e objetos gerados pelo desgaste uniforme nas bordas do gelo vão lentamente formando um círculo.
Nuvens Mammatus.
Aparentemente assustadoras, as nuvens Mammatus também são mensageiras de tempestades e outros eventos meteorológicos extremos. Normalmente compostas de gelo, elas podem se estender por centenas de quilômetros em vários sentidos e formações, permanecendo visíveis e estáticas entre 10 minutos e 1 hora. Embora pareçam portadoras de más notícias, elas são apenas mensageiras, aparecendo antes e/ou depois de uma grande mudança meteorológica.
Arco-Íris de fogo
Este raro fenômeno só ocorre quando há a participação do sol e das nuvens. Cristais dentro das nuvens refratam a luz em várias ondas do espectro, fazendo surgir cores entre as nuvens. Devido à raridade com que este evento acontece, existem poucas fotos.

segunda-feira, 5 de julho de 2010
Fenômenos da natureza que pouca gente conhece
sábado, 3 de julho de 2010
Síntese reflexiva sobre o uso dos blogs

Nome: Robson Paulino da Silva
Semana: 31/05 a 08/06/2010
Título da tarefa: Síntese reflexiva sobre o uso dos blogs
Introdução:
Existem várias maneiras como os seres humanos adquirem conhecimento. De maneira visual, auditiva e psicomotora são as principais. Uma aula de qualidade deve vislumbrar estas três características e a ferramenta que melhor trabalha estes quesitos são os blogs, não contendo a primeira vista nenhuma característica negativa.
Desenvolvimento:
O professor hoje em dia deve ser um mediador entre o educando e o conhecimento, isto se dará a medida que propor ações com os blogs que levem a busca e divulgação de conhecimento. Ao buscar o assunto o aluno estará aprendendo e se sentindo útil em propagar o conhecimento que adquiriu. Este conhecimento será verdadeiro pois irá trabalhar todos os seus sentidos, devido aos enormes recursos da web.
Conclusão:
Os blogs são ideais pois os alunos trabalham em um ambiente que gostam e são íntimos, a internet, e que muitas das vezes é mal vista pelos pais e professores, mas que na realidade é excelente, só que mal difundida e explorada. Com objetivos bem traçados o professor pode tanger o educando e com a ajuda dos blogs promover uma aprendizagem real.
domingo, 13 de junho de 2010
Viagem do Conhecimento 2010
1º lugar - João Pedro Ligabo da Silva 19 pontos
2º lugar - Daniel Baião Oliveira 18 pontos
2º lugar - Hisa Andrade de Sales 18 pontos
3º lugar - Marcos Vinívius de Souza Gonçalves 16 pontos
3º lugar - Patricia Maragoni 16 pontos
3º lugar - Mayana Cabral da Silva 16 pontos
3º lugar - Fernanda Pizzarino 14 pontos
3º lugar - Ianka Lorrayne da Cunha 14 pontos Leia Mais…
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Para recarregar o celular é só pedalar
Rio - Quem nunca se viu com pouca bateria e pediu um carregador de celular emprestado que atire o primeiro cabo USB. Na semana do Meio Ambiente, a dica da Nokia é um dispositivo que garante a bateria do celular, ajuda a perder peso e a economizar energia. Parece produto das Organizações Tabajara, mas é coisa séria: o Nokia Bicycle Charger Kit recarrega a bateria do celular usando a energia cinética de uma bicicleta.
Segundo a Nokia, 20 minutos pedalando é suficiente para recarregar uma bateria e falar durante uma hora Foto: Divulgação.O kit é composto por três peças: um dínamo acoplado à roda, um recarregador e um suporte para o telefone, preso ao guidão. O recarregador começa a funcionar quando a bicicleta atinge 6 km/h e o tempo de recarga varia de acorco com a disposição do ciclista e o telefone. Segundo a Nokia, 20 minutos pedalando a 10km/h bastam para carregar a bateria de um Nokia 1202 para uma hora de conversação ou 72 horas de stand by.
O kit é emborrachado, e, de acordo com o fabricante, é resistente a humidade e poeira, e pode ser removido ou recolocado facilmente.
O Nokia Bicycle Charger Kit está à venda no site europeu da Nokia e ainda não aparece no site brasileiro da empresa
terça-feira, 1 de junho de 2010
Bike Bar: produzindo energia com bicicletas
EUA investirá em asfalto solar
Green Noise produz energia a partir de barulhos altos
De vento em popa
Ficar de fora, no caso da Impsa, significaria deixar de ganhar muito dinheiro, cerca de 100 milhões de reais anuais durante 20 anos. Para começar a receber esse dinheiro, a Impsa terá de construir até 2012 as oito usinas eólicas com as quais concorreu no leilão. Juntas, elas terão 211 megawatts de potência instalada. O investimento necessário para a construção dos parques, todos no Nordeste, será de 1,2 bilhão de reais. Outras empresas vencedoras foram Eletrosul, CPFL e Renova Energia, controlada pelo Fundo InfraBrasil, administrado pelo Santander. O trabalho para participar de um leilão desse tipo começa muito antes da divulgação do edital. Na Impsa, começou há três anos e já custou 25 milhões de reais. Nesse período, a empresa alugou diferentes áreas no Ceará e no Rio Grande do Norte, onde instalou torres para medir os ventos e contratou consultorias especializadas nesse tipo de medição e também em licenciamento ambiental -- uma das regras do leilão é que só podem concorrer projetos já previamente licenciados pelos governos estaduais. Todo esse trabalho é o que permite definir o limite mínimo de preço aceitável durante a negociação. Os estudos de capacidade de produção e a engenharia financeira têm de ser rigorosos, pois qualquer erro pode implicar prejuízo. "De um lado, o leilão oferece contratos de longo prazo, o que é ótimo para os empreendedores. De outro, estabelece multas pesadas a quem não cumprir o acordo", afirma Wilson Ferreira Júnior, presidente da CPFL. Para participar do leilão, todas as competidoras tiveram de depositar uma garantia em dinheiro -- 100 milhões de reais, no caso da CPFL. "Esse tipo de regra impõe disciplina ao setor e evita a entrada de aventureiros", diz Ferreira. O sistema de comercialização de energia por meio de leilões já é usado há décadas em países desenvolvidos. O sistema inglês, do início dos anos 80, é reconhecido por muitos especialistas como um dos mais avançados do mundo. Na Inglaterra, o governo não precisa interferir nos leilões -- as próprias empresas e os consumidores entram em acordo. "Por aqui, os leilões ainda são recentes, mas têm demonstrado uma evolução significativa, particularmente pelo número de investidores atraídos", afirma Virgínia Parente, professora do Instituto de Eletrotécnica e Energia da Universidade de São Paulo. De acordo com Mario Veiga, consultor da PSR, uma consultoria especializada no setor, o mais importante é que o governo atua na organização do processo, mas não compra nem vende nada. "O papel do governo é coletar a demanda das distribuidoras, programar os leilões e manter a demanda total em segredo até o final. O fato de ninguém saber quanto será comprado aumenta a competição entre as geradoras", diz Veiga. O modelo de comercialização brasileiro já despertou interesse em vários países. A CCEE e a Aneel já foram visitadas por diversas delegações estrangeiras de países como Colômbia, Costa Rica, Coreia do Sul, China e Tailândia. A Paradigma, empresa catarinense que desenvolveu o sistema de TI dos leilões, foi responsável pela operação do primeiro leilão eletrônico da Colômbia, meses atrás. Atualmente, está desenvolvendo o sistema para a maior empresa portuguesa de energia, a Galp, que comercializará eletricidade e petróleo nas bolsas europeias. "O sucesso dos leilões por aqui abriu as portas para a internacionalização da nossa empresa", afirma Gerson Schmitt, presidente do conselho de administração da Paradigma. O fato é que os leilões brasileiros são tidos como um sucesso por quem mais importa -- os próprios investidores, que vão produzir a energia de que o país necessita. "Um dos pontos altos desse modelo de leilão é a transparência", afirma Enrique Pescarmona, presidente do grupo Impsa, que veio ao Brasil para acompanhar o leilão. "Não enxergamos maneiras de haver acordos por baixo da mesa, principalmente quando existem centenas de participantes na disputa." Em meio a blecautes por problemas em redes de transmissão, como o ocorrido em novembro, e ainda com a memória do desastroso racionamento de energia de 2001 e a ameaça que rondou 2008, não deixa de ser um alento que empresários e especialistas em energia afirmem que o país vem evoluindo no setor elétrico. Que continue assim.













