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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Brasil - O 7º país mais rico do mundo
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
sábado, 18 de dezembro de 2010
Entrevista para a Revista Guia Prático Para Professores do Ensino Fundamental II - Desvende com os alunos os desastres naturais
Desvende com os alunos os desastres naturais que vêm preocupando países nos últimos meses, como furacão, terremoto, vulcão...
Essas notícias todas têm, inclusive, influenciado os professores a desenvolver o tema dos desastres naturais de maneira inovadora. Luca Rischbieter*, geógrafo e mestre em educação pela Universidade de Paris V, considera importante, por exemplo, partir do que os alunos já sabem pela mídia. "Tenho plena convicção de que abordar na sala assuntos em destaque nos meios de comunicação é um excelente princípio para termos uma escola mais motivada e relevante". A seguir, confira sugestões de professores e especialistas para pegar carona na atualidade e levar o assunto para alunos de forma interessante.
Detalhes podem atrapalhar
No colégio Pathernon, em Guarulhos, SP, são desenvolvidos projetos com rochas e minerais no terceiro ano, para que as crianças já entendam os processos do interior da Terra. Comumente as crianças se perguntam se há vulcões no Brasil. Andrea considera importante inserir essa questão nas explicações e fazer uma explanação simplificada das placas tectônicas. Além disso, ela lembra que é interessante ressaltar que abalos em outros países podem ser sentidos no Brasil ou em outros lugares, ainda que em menor grau de intensidade, como aconteceu com o último terremoto no Chile.
Contextualize e vá além do aspecto físico
Os alunos, com a ajuda do professor, dividem uma caixa ao meio. De um lado, com auxílio do professor de biologia, plantam mudas. Do outro lado, depositam terra sem plantar nada. Então, joga-se água sobre cada um dos lados, mostrando os efeitos da erosão do solo: onde não há nada plantado, o morro desmorona. No caso de terremotos, a proposta de Andrea é de o professor abordar qual a dimensão dos estragos e como o país faz para se recuperar. Para alunos do quinto ano, a professora diz ser possível fazer uma atividade de problematização, pedindo para os alunos gerirem recursos para uma população que sofreu um desastre.
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Segredos do Word
Escreva
=rand(200,99)
Tecle enter, espere três segundos e depois deixe um comentário explicando o que aconteceu.
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terça-feira, 7 de setembro de 2010
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segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Globalização
Desta vez o Luiz Fernando Veríssimo se superou.
A melhor definição de GLOBALIZAÇÃO que os professores nunca ensinaram.
Pergunta:
Qual é a mais correta definição de Globalização?
Resposta:
A Morte da Princesa Diana.
Pergunta:
Por quê?
Resposta:
Uma princesa inglesa com um namorado egípcio, tem um acidente de carro dentro de um túnel francês, num carro alemão com motor holandês, conduzido por um belga, bêbado de whisky escocês, que era seguido por paparazzis italianos, em motos japonesas. A princesa foi tratada por um médico canadense, que usou medicamentos americanos. E isto é enviado a você por um brasileiro, usando tecnologia americana (Bill Gates) e provavelmente, você está lendo isso em um computador genérico que usa chips feitos emTaiwan e um monitor coreano montado por trabalhadores de Bangladesh, numa fábrica de Singapura, transportado em caminhões conduzidos por indianos, roubados por indonésios, descarregados por pescadores sicilianos, reempacotados por mexicanos e, finalmente, vendido a você por chineses, através de uma conexão paraguaia
Isto é *GLOBALIZAÇÃO!!!*
E QUEM SOU EU?
Nesta altura da vida já não sei mais quem sou...
Vejam só que dilema!!!
Na ficha da loja sou CLIENTE, no restaurante FREGUÊS, quando alugo uma casa INQUILINO, na condução PASSAGEIRO, nos correios REMETENTE, no supermercado CONSUMIDOR.
Para a Receita Federal CONTRIBUINTE, se vendo algo importado sou CONTRABANDISTA. Se revendo algo, sou MUAMBEIRO, se o carnê tá com o prazo vencido INADIMPLENTE, se não pago imposto SONEGADOR. Para votar ELEITOR, mas em comícios sou MASSA . Em viagens TURISTA, na rua PEDESTRE, se sou atropelado ACIDENTADO e no hospital viro PACIENTE. Nos jornais sou VÍTIMA, se compro um livro LEITOR, se ouço rádio OUVINTE. Para o Ibope sou ESPECTADOR, para apresentador de televisão TELESPECTADOR, no campo de futebol TORCEDOR.
Se sou corintiano, SOFREDOR. Agora, já virei GALERA. (se trabalho na ANATEL , sou COLABORADOR) e, quando morrer... uns dirão... FINADO, outros... DEFUNTO, para outros... EXTINTO, para o povão... PRESUNTO... Em certos círculos espiritualistas serei... DESENCARNADO, evangélicos dirão que fui... ARREBATADO...
E o pior de tudo é que para todo governante sou apenas um IMBECIL !!!
E pensar que um dia já fui mais EU.
Luiz Fernando Veríssimo.


























